Se sua marca busca maturidade digital, a Constelação de Marketing surge como a evolução necessária para organizar seu ecossistema. 

O cenário do marketing digital contemporâneo exige mais do que estratégias lineares e presença em múltiplos canais.

Não por acaso, os modelos tradicionais de interrupção saturaram e isso abriu espaço para estratégias que priorizam a jornada fluida e a conexão profunda entre marca e audiência, garantindo que cada ponto de contato reforce a autoridade do negócio.

Ao adotar a Constelação de Marketing, sua organização deixa de enxergar o marketing como uma linha de montagem e passa a tratá-lo como um sistema de pontos orbitais interconectados. Para saber como funciona essa abordagem, confira o guia que preparamos a seguir. Boa leitura!

O que difere a Constelação de Marketing dos modelos tradicionais?

Durante a Era da Performance no começo dos anos 2000, o funil de vendas era um modelo bastante cultuado, seguindo um padrão rígido e linear. Mas na atual Era da Presença Inteligente, é preciso olhar em direção ao novo marketing, e a Constelação de Marketing se enquadra nessa abordagem, sendo mais dinâmica e circular.

Antes, a preocupação era repetir a mesma peça publicitária em vários canais, com foco estratégico para atrair, nutrir e fechar vendas. Já o direcionamento atual busca trazer relevância, coerência e gestão data driven, considerando o consumidor como um agente ativo que percorre diversas rotas antes de tomar uma decisão.

A Constelação de Marketing, metodologia desenvolvida pela CEO da Layer Up, Samira Cardoso, integra a inteligência de dados e a psicologia da jornada. Nós não apenas replicamos mensagens; adaptamos a força e o conteúdo de cada ponto orbital para que a jornada do cliente seja personalizada, fluida e, acima de tudo, inevitável.

O conteúdo passou a ser mais educativo, interativo e emocional para gerar uma comunidade fiel, enquanto as vendas se tornaram duradouras, feitas por recomendação espontânea e relevância constante.

Conheça a diferença entre o falecido funil de vendas e a Constelação de Marketing

Os 5 pontos orbitais da Constelação de Marketing

A Constelação de Marketing organiza a estratégia em cinco pontos fundamentais que garantem a saúde do ecossistema de vendas e branding. Cada um deles conta com métricas próprias e comportamentos distintos.Conheço os 5 pontos orbitais da Constelação de Marketing.

Abaixo, detalhamos a lógica técnica deles:

1. Projeção (Awareness)

Esse é o ponto no qual a marca aparece, amplia a voz e ocupa espaço na mente e na cultura. É onde a descoberta acontece ao público, por meio de conteúdos impulsionados em social media e mídia paga.

Nessa primeira camada de alcance, a métrica essencial é o Share of Voice e o desejo do cliente é ser inspirado, entretido ou tomar consciência de uma necessidade, ou problema latente.

Alguns exemplos de canais com foco em projeção incluem podcasts, TV Ads, campanhas OOH, co-marketing e parcerias, reels, news patrocinadas, entre outros.

2. Exploração (Consideração)

Nesse ponto orbital, o consumidor passa a buscar ativamente informações e comparar as melhores soluções. É o território de amadurecimento da intenção e da curiosidade orientada.

As marcas entendem que o importante é ser lembrado quando o público quer soluções, entregando  valor com conteúdo  e autoridade. Canais como sites, blogs, conteúdos com SEO e GEO, YouTube e TikTok se destacam. E a principal métrica utilizada passa a ser o Share of Search.

3. Ressonância (Preferência)

Aqui, o impacto primário é a avaliação, quando as marcas entendem que devem ser a primeira escolha, transformando presença em influência e referência na categoria. Ao mesmo tempo, os consumidores validam suas escolhas, buscam segurança e querem se identificar com os valores da marca.

A ressonância é alimentada por autoridade, cases de sucesso e diferenciais competitivos que fazem a proposta de valor ecoar na mente do consumidor, gerando confiança. O principal KPI passa a ser o Share of Mind, usado em canais como mídia programática, influenciadores, portais, eventos próprios e Search Ads.

4. Conquista (Decisão)

É o momento da transação no qual as empresas priorizam transformar interesse em compra com o mínimo possível de fricção e máxima eficiência, enquanto os clientes buscam realizar a compra da forma mais simples, rápida e segura possível.

O foco gira em torno de canais como CRM e automação, marketplace, e-commerce e pop-up store, mensurados pelo Market Share.

5. Conexão (Fidelização)

É o instante em que a relação se fortalece, sendo uma órbita da retenção e engajamento, que transforma clientes em defensores. As marcas visam construir conexão verdadeira por meio de personalização, comunidade e experiências premium. 

Já os clientes querem se sentir parte de algo, ter reconhecimento, suporte e extrair o máximo valor do que compraram. Canais como eventos VIP, SAC, newsletters e experiências são essenciais, com a métrica do Share of Heart.

Como os pontos orbitais se interligam na Constelação de Marketing?

A verdadeira força da Constelação de Marketing reside na interdependência entre seus diferentes pontos orbitais, diferentemente de um funil, no qual as etapas são camadas unidirecionais.

A Projeção não apenas gera cliques; ela qualifica o olhar do usuário. Quando o conteúdo dessa etapa é preciso, a Exploração torna-se muito mais fluida, pois o lead já entra na órbita de consideração com as premissas corretas sobre a marca.

Já a Ressonância faz com que os anúncios da etapa de Conquista tenham uma taxa de clique muito maior e um custo por conversão menor. Sem essa relação, as campanhas tornam-se mais caras e dependentes exclusivamente de oferta.

O papel da gestão de marketing na Era da Constelação de Marketing.

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Antecipe-se às tendências digitais e tome a melhor decisão para a sua empresa ao aderir à Constelação de Marketing

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O funil de marketing morreu. E agora? Como líderes de marketing podem crescer na Era da Presença Inteligente.