O CMO Summit 2025 se consolidou como um dos principais eventos para líderes e decisores de marketing no Brasil, reunindo profissionais que buscam inspiração, conhecimento de ponta e networking com os principais decisores de marketing do país. 

Neste ano, a Layer Up marcou presença não só como participante ativa, mas também como patrocinadora oficial, reforçando sua autoridade no cenário do marketing estratégico. 

E para nos aprofundarmos nisso, neste artigo, vamos mostrar como a Layer Up esteve presente no evento, os temas estratégicos que levamos e o impacto dessa participação para o mercado e para os clientes.

O que é o CMO Summit 2025

Realizado no Expo Center Norte, em São Paulo, nos dias 25 e 26, o CMO Summit 2025 reuniu mais de 5 mil participantes em um espaço de mais de 10 mil m², se consolidando como um dos principais encontros de líderes e decisores de marketing no Brasil.

O evento contou com:

  • Mais de 300 speakers, entre CMOs, founders, especialistas e grandes nomes do mercado;
  • 4 palcos simultâneos com temas estratégicos;
  • Mais de 20 modalidades de aprendizado, entre painéis, talks, mentorias e experiências imersivas;
  • E áreas dedicadas ao networking de alto nível, onde ideias viraram conexões e conexões viraram oportunidades.

Ao longo dos dois dias, foram discutidos temas que moldam o presente e o futuro do marketing, com foco em performance, branding, tecnologia, inovação e cultura. Um ambiente ideal para trocar, aprender e, principalmente, repensar estratégias com profundidade e visão de negócio.

A participação da Layer Up no evento

Como patrocinadora oficial do CMO Summit 2025, a Layer Up teve uma presença marcante, e não só pelo estande imponente e estrategicamente posicionado na área central do evento. 

Todo o nosso espaço foi pensado para gerar conforto ao público, com área de coffee, arquibancada para descanso e tomadas acessíveis, criando um ponto de respiro em meio à intensidade do CMO Summit. Ao mesmo tempo, cada detalhe do estande reforçava nosso posicionamento e autoridade no mercado de marketing e publicidade.

Levamos brindes personalizados, conversas de alto nível e um Dream Team preparado para trocar, provocar e inspirar. Nossa participação foi pautada por conteúdo de verdade: cases reais, debates estratégicos e a aplicação prática de conceitos como inteligência artificial, branding autêntico e performance orientada por dados.

Mais do que visibilidade, nossa presença reforçou aquilo que nos move todos os dias: entregar estratégia com profundidade, repertório e método, sempre com o foco em resultados.

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Conteúdos estratégicos que marcaram a participação da Layer Up

Ao longo do CMO Summit 2025, a Layer Up foi além do branding bonito e da conversa fácil. Trouxemos para o palco discussões profundas, provocações estratégicas e aplicações reais de tudo aquilo que acreditamos e colocamos em prática com nossos clientes. 

Do uso de IA no dia a dia à construção de marcas sólidas, nosso conteúdo foi pensado para quem vive os desafios do marketing na pele.

Veja os destaques:

Branding e a nova era do marketing

Por Samira Cardoso, CEO da Layer Up
Nesta palestra, Samira fez uma verdadeira viagem pelas transformações do marketing ao longo das décadas, e como o branding precisa evoluir (de verdade) para acompanhar esse cenário.

Ela começou relembrando os marcos históricos que moldaram o marketing como conhecemos hoje:

  • A era da presença forçada, baseada na interrupção e em campanhas de impacto na TV, com marcas que dominavam a verba e a audiência.
  • A virada dos anos 90, com a chegada dos institutos de pesquisa e o primeiro banner clicável em 1994, que marcou o início de uma era orientada por performance.
  • Os anos 2000, que trouxeram as redes sociais e o entendimento de que marcas precisavam se conectar, não apenas se exibir.
  • 2015, quando o marketing virou engenharia, com mais dados, menos histórias.
  • E 2020, quando a pandemia digitalizou tudo às pressas, gerando um excesso de presença digital… mas pouca presença de marca real.

Em 2022, voltamos a falar sobre a “era da presença”, só que agora com um consumidor saturado de estímulos e ciente dos gatilhos mentais que usamos. E se o público já entendeu a mecânica, está na hora de mudar o jogo.

Frase de impacto: A nova era do branding não é sobre clique, é sobre conexão verdadeira com o público.

Segundo Samira, estamos num ponto de virada onde precisamos deixar de vender ferramentas e começar a vender ideias. Relevância não se conquista com volume, mas com profundidade.

E o desafio vai além do consumidor. Agora, as marcas também precisam fazer sentido para as IAs, que já estão assumindo papéis como recomendação de produtos, produção de conteúdo e segmentação automatizada. Ou seja, a IA virou o novo vendedor, e está fazendo branding por nós.

Por isso, Samira propôs um novo olhar: tratar a IA como um profissional da equipe. Ela precisa de onboarding, direcionamento e supervisão. Não se trata de apertar um botão e deixar rolar (o CMO precisa liderar essa narrativa). O branding precisa ser intencional, estruturado e culturalmente relevante.

A palestra também trouxe reflexões sobre a plataforma de branding da Layer Up, com exemplos práticos (como a Nike) para mostrar como construir posicionamento com coragem, consistência e propósito.

Citação de Samira Cardoso: "Marcas mornas estão desaparecendo. As corajosas, que sabem quem são e agem com consistência, estão liderando o jogo."

Samira ainda compartilhou aprendizados observados nos vencedores do Cannes Lions 2025:

  • Entendimento profundo do contexto cultural.
  • Capacidade de gerar mobilização social.
  • Narrativas com conexão emocional.
  • Campanhas que ultrapassam a publicidade e vira entretenimento.

A fórmula para isso é: Estratégia + Cultura + Intenção. Com direito a consistência em todas as frentes — externa, interna e na experiência do cliente.

A CEO encerrou com um chamado aos CMOs:

“Para investir em performance, é preciso ter branding. Não existe um ou outro. E o CMO dos próximos 10 anos será um estrategista cultural: alguém que entende comportamento, contexto, tecnologia e sabe transformar tudo isso em presença de marca com valor real.”

  • Samira Cardoso, CEO da Layer Up

IA em ação: agentes inteligentes para marketing e branding

Por Gabriel Bearzi, Diretor de Marketing da Layer Up
Se até pouco tempo a pergunta era “vale a pena usar IA no marketing?”, hoje a questão é outra: “Como você vai usar IA com propósito, governança e estratégia?”

Foi com essa mentalidade que Gabriel Bearzi conduziu sua palestra no CMO Summit 2025. O papo foi direto ao ponto: IA não é só buzz. É aplicação prática, com impacto real no branding e na performance.

Mas ele não falou de IA no modo “gerador de texto” ou “robô do futuro”. Gabriel foi além e apresentou os agentes de IA — sistemas autônomos que não esperam comandos. Eles pensam, decidem, agem e aprendem com o que funciona (e com o que não funciona também).

Explicação sobre IA com iniciativa: Enquanto o ChatGPT precisa de input, um agente de IA tem norte pré-definido, reconhece padrões e executa tarefas sozinho.

Agentes de IA já estão entre nós

Gabriel mostrou como esses agentes já estão em ação em diferentes contextos, muitas vezes sem que a gente perceba:

  • Spotify ou YouTube Music: IA que entende o comportamento do usuário e se torna mais útil a cada interação.
  • Robôs aspiradores: que mapeiam o ambiente, desviam de obstáculos e voltam sozinhos pra base.
  • Carros autônomos: que processam múltiplas variáveis em tempo real, tomam decisões e ajustam rotas com base em previsões.
  • Amazon: com agentes que aprendem com suas buscas e criam recomendações personalizadas.
  • Robôs Da Vinci (cirurgias): agentes que saem da tela e vão pro mundo físico, atuando em conjunto com humanos e dando sugestões com base em dados.

Não, os agentes de IA não são ficção científica. Eles já estão moldando o presente, inclusive no marketing.

E no marketing, o que muda?

Gabriel mostrou que os agentes inteligentes não são apenas ferramentas de performance. Eles também ajudam a construir branding, criando experiências mais personalizadas, consistentes e escaláveis.

Citação de Gabriel Bearzi: IA precisa de briefing e governança, pois nenhuma tecnologia resolve a ausência de estratégia no marketing.

Ele também trouxe o alerta: a lei 2388, que trata da ética no uso de IA, já está em debate no Brasil. Isso significa que os CMOs vão ter que lidar com esse tema não só do ponto de vista da inovação, mas também da responsabilidade, compliance e cultura organizacional.

O recado final?

A IA vai deixar de ser ferramenta e virar agente estratégico. E quem sair na frente com estrutura, processo e propósito vai ter mais do que vantagem competitiva: vai ter um novo nível de consistência e relevância.

“Não é sobre se você vai usar IA. É sobre como ela vai atuar dentro da sua estratégia de marca. Porque ela já está operando, com ou sem você.”
— Gabriel Bearzi, Diretor de Marketing da Layer Up

Chamada para vídeo: Agentes de IA - o que são, como funcionam e como aplicar no marketing. Confira o conteúdo com Gabriel Bearzi.

Dados com propósito: performance sustentável na nova era do marketing

Por Eric Porto, Chief Strategy Officer e sócio da Layer Up
Performance virou uma palavra coringa no marketing. Mas Eric Porto foi direto ao ponto no CMO Summit: “Performance sem significado é só um número bonito no dashboard.”

Na palestra, ele trouxe uma visão estratégica, e muito prática, sobre o uso de dados que realmente sustentam o crescimento da marca. A provocação foi clara: não é sobre ter métricas, é sobre saber o que elas significam e como transformam o negócio.

Citação de Eric Porto: Dashboard bonito não sustenta marca. A pergunta é: esse resultado tem valor ou só parece interessante no relatório?

A nova era do tráfego e a falsa ilusão do clique

Eric alertou sobre o que chamou de “era do clique pelo clique”: campanhas que performam no dado, mas sem conexão com a estratégia da marca. O público converteu? Ótimo. Mas converteu por quê? Pela proposta de valor ou por um gatilho vazio?

O foco, segundo ele, precisa sair do “número pelo número” e ir para o valor da entrega. O dado certo não é o que impressiona, é o que orienta a próxima decisão.

“ROI sem significado é ruído. Significado sem ROI é arte. E marcas boas precisam dos dois.”
— Eric Porto, Layer Up

A matriz de valor

Para ilustrar essa lógica, Eric apresentou uma matriz simples e poderosa que ajuda a analisar o impacto real de uma ação de marketing. Ela cruza dois eixos: ROI (resultado quantitativo) e significado para a marca (valor qualitativo).

Matriz de ROI e Significado: Classificação de campanhas em Valor Inspiracional, Valor Oportuno, Valor Prejudicial e o ideal Valor Estratégico.

O ROI não é único, é contextual

Eric também lembrou que ROI não é um número absoluto. Ele muda dependendo da expectativa da campanha. Uma ação de lançamento tem uma régua. Uma campanha de base tem outra. Uma campanha de construção de comunidade, outra ainda.

Por isso, o primeiro passo da mensuração é entender o objetivo da campanha. A pergunta não é “quanto rendeu?”, mas sim “rendeu o que deveria?” e “isso entrega valor para marca?”

“O dado sozinho não tem poder. O que importa é a interpretação dentro do contexto da marca, da estratégia e do momento do negócio.”
— Eric Porto

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Decisão em movimento: mentalidade, metas, métricas e fluxos não-lineares

Por Samira Cardoso, CEO da Layer Up
Nessa palestra, Samira trouxe uma provocação necessária: em um cenário onde dados são abundantes, mas decisões conscientes são escassas, como estruturar estratégias que façam sentido?

Ela começou com uma retrospectiva das “eras” do marketing, um percurso de muita informação, mas pouca reflexão. A fala seguiu abordando o fato de que a base de dados, por si só, já não é mais suficiente. É preciso estrutura, método e clareza de propósito para transformar dados em valor.

Citação de Samira Cardoso: Não adianta vasculhar o oceano dos dados sem saber o que está procurando.

Samira apresentou uma cadeia lógica:

Mas reforçou que nem toda informação é insight. O que gera valor é a capacidade de combinar métricas com experiências humanas, filtrando o que realmente importa.

Na sequência, ela detalhou um processo eficaz de tomada de decisão:

Lista de dicas de inovação: Defina o problema antes de buscar soluções, explore variações da ideia e experimente em menor escala antes de escalar.

A CEO também alertou sobre decisões que, muitas vezes, não são estratégicas, são impulsos do ego, da pressa ou do volume. Trocar o pneu com o carro andando não pode ser desculpa para não pensar.

Outro ponto forte da fala foi sobre a ilusão de controle em processos reversíveis. Muitas vezes, burocratizamos o que poderia ser testado de forma simples, e deixamos de agir em áreas onde a profundidade realmente importa.

Metas que fazem sentido

Samira criticou a forma como muitas empresas definem metas: desconectadas do orçamento, do propósito ou da capacidade real do time. “Meta não é desejo”, disse. Para funcionar, ela precisa ser estratégica, mensurável e alcançável — sem ser rasa ou impossível.

Dado estatístico: 75% das empresas não batem suas metas. A pergunta é: será que a meta está errada ou a estratégia é fraca?

A provocação é clara: profissionais de marketing precisam desenvolver a habilidade de interpretar dados com visão estratégica, e não apenas operar métricas. Não se trata de virar um BI, mas de saber traduzir os números em movimento de negócio.

Fluxos não-lineares exigem novas métricas

No cenário atual, o funil tradicional colapsou. A jornada do consumidor se fragmentou, os pontos de contato se multiplicaram, e a consistência da marca se tornou o novo termômetro de performance.

Samira defendeu que branding não pode, nem deve, ser forçado a caber nas métricas de performance. O foco precisa estar na clareza da marca em todos os pontos de contato, na coerência da narrativa e no valor percebido.

Como medir isso? Por meio de sinais como aumento da conversão orgânica, menor atrito nas interações, NPS, ciclo de vendas e qualidade do relacionamento no CRM.

A performance, nesse novo contexto, passa por como a marca é percebida e escolhida de forma espontânea, com menos pressão e mais conexão. 

Citação de Samira Cardoso: "Branding que funciona é branding que se expressa de forma coerente e performa de maneira orgânica."

Para finalizar, ela reforçou a urgência de sair do modo “status da operação” e entrar no modo geração de insight real. Porque no fim, mais do que métricas e dashboards, é a clareza de propósito que move uma marca com consistência e impacto.

Carreira em foco: o que todo profissional precisa saber para sobreviver à IA

Painel com Samira Cardoso, Leticia Previatti, Eric Porto e Gabriel Bearzi
Mais do que uma conversa sobre tecnologia, esse painel foi um convite à reflexão profunda sobre o futuro do trabalho em marketing. Com mediação de Gabriel Bearzi, o grupo trouxe visões complementares sobre como a IA está transformando as carreiras e o que permanece insubstituível.

A discussão começou com o conceito de carreira em T, proposto por Gabriel. Samira defendeu que a parte horizontal (considerada a amplitude de conhecimento) é onde a IA tende a se somar às nossas habilidades. Mas o que será cobrado, de fato, dos profissionais é a parte vertical: a profundidade, a estratégia, a capacidade de interpretar cenários complexos e construir narrativas consistentes

Em um mercado onde o CTR despenca e o “otimizar” de antes não funciona mais, a coerência e o pensamento estratégico se tornaram habilidades essenciais.

Letícia complementou trazendo a perspectiva da operação: sim, áreas muito operacionais sentiram o impacto primeiro. Mas isso não significa substituição, e sim transformação. 

A IA pode assumir tarefas repetitivas enquanto os profissionais se concentram em decisões mais inteligentes, conteúdo mais profundo e experiências mais autênticas. Segundo ela, a estrutura de pessoas não vai desaparecer, vai evoluir, e a cultura organizacional precisa acompanhar essa mudança.

Eric reforçou a importância da absorção e conexão entre informações, algo que a IA tenta fazer, mas os humanos fazem com contexto e intenção. É essa habilidade que permite transformar dados e ideias dispersas em estratégias com propósito.

Gabriel trouxe ainda a visão dos agentes de IA autônomos, que operam com conexões internas e podem manter padrões dentro dos ambientes dos clientes. Um exemplo prático citado foi a criação de agentes para documentar processos, estruturar dados e até apoiar sprints criativas — mas sempre guiados por humanos.

Citação: "A IA pode sugerir muita coisa, mas quem faz a avaliação — quem entende comportamento, cultura e contexto — ainda somos nós."

Lista das soft skills mais valiosas no novo cenário: capacidade de absorção, entendimento profundo da área, criação de ambiente seguro e sensibilidade narrativa.

A conclusão foi direta: não se trata mais de “se vamos usar IA”, e sim de “como vamos usar IA”, com segurança, governança, propósito e estratégia. A inovação está menos em criar algo revolucionário, e mais em perceber o que está mudando e agir com inteligência e intenção.

Da operação ao crescimento: a estratégia de expansão do iFood

Com Leticia Previatti (Layer Up), Eric Porto (Layer Up) e Carolina Cosas (iFood)
A parceria entre iFood e Layer Up foi tema de um dos painéis mais ricos do CMO Summit. Uma conversa real sobre como transformar marketing em um motor de crescimento escalável, com base em dados, processos e consistência narrativa.

Com mais de 200 pessoas envolvidas, o projeto apresentado foi muito além de campanhas: ele se apoiou em processos sólidos e visão de longo prazo para viabilizar ações em centenas de cidades brasileiras. 

Carolina Cosas, do iFood, destacou que esse nível de expansão só foi possível graças a uma estrutura clara de operação — e reforçou como a Layer Up contribuiu não apenas na execução criativa, mas na formatação de processos, playbooks e resoluções de dores práticas.

Carol também chamou atenção para a cultura do iFood, que tem como um de seus pilares o “All Together”. Segundo ela, não seria possível construir ações com esse grau de capilaridade e impacto sem a colaboração entre áreas — especialmente marketing e comercial, que atuam juntos do planejamento à execução.

Um exemplo dessa atuação integrada foi a ativação realizada em Gravatá (PE), que reforçou a campanha nacional “iFood tudo pra mim”. Em vez de uma ação genérica, a marca criou um espaço funcional para o público da festa: com linha e agulha para costurar roupas, cola para sapato, pincéis para maquiagem e mais — entregando valor real, conectado ao momento e à cultura local.

Durante o painel, Carol também compartilhou os próximos passos da marca. O iFood vem se consolidando como uma plataforma completa para restaurantes, indo além da entrega. Ferramentas como gestão via WhatsApp, totens próprios, soluções de atendimento como o “Anota Garçom” e iniciativas de educação como o “iFood Decola” fazem parte da estratégia de criar um ecossistema que apoia o crescimento dos parceiros e fortalece a cultura do delivery no Brasil.

Letícia reforçou que, para dar conta dessa complexidade, é fundamental trabalhar com processos claros e escaláveis. E foi exatamente aí que a atuação conjunta da Layer Up fez diferença.

No encerramento, Eric destacou três grandes aprendizados da parceria:

  1. A importância da consistência narrativa para sustentar o crescimento.
  2. A necessidade de acreditar no que se constrói e de envolver o time nessa visão.
  3. E a força de escalonar com base em dados e visão estratégica — o que transforma boas ideias em resultados concretos.

Um painel que mostrou, na prática, como reputação, operação e performance caminham juntas quando há método, sinergia e propósito.

Case Layer Up e iFood: geramos mais de 1.800% de crescimento de seguidores para o iFood por meio de ativações em eventos no interior.

O impacto da participação para o mercado e para a Layer Up

Nossa participação no CMO Summit 2025 foi muito além de um estande bonito ou de uma logo no backdrop. Estivemos presentes com ideias, repertório, visão estratégica e, principalmente, com entregas que refletem o que praticamos todos os dias ao lado dos nossos parceiros.

Levamos discussões relevantes sobre o presente e o futuro do marketing, mostramos na prática como aplicar IA com propósito, performance com intencionalidade e branding com consistência. Também reforçamos que nenhuma estratégia cresce sozinha: é preciso método, cultura e coragem para desafiar o óbvio.

Para nós, estar em um dos maiores palcos do marketing do país foi uma forma de reafirmar o nosso compromisso com quem quer crescer de forma inteligente. E, claro, com quem acredita que não existe resultado sem profundidade.

Chamada para a Newsletter B!Zi: curadoria especial com os principais insights e aprendizados do CMO Summit 2025.