O case Aguativa Resort não é apenas uma sequência de bons números. Ele representa uma virada estrutural na forma como um resort enxerga marketing, vendas e crescimento.
Ao analisar o case Aguativa Resort, percebemos uma evolução clara de maturidade digital. Primeiro, organização e base. Depois, aceleração de vendas. Por fim, antecipação estratégica de receita.
Mais do que campanhas pontuais, o que sustentou essa trajetória foi o método.
O Aguativa Resort, localizado no Paraná, sempre ofereceu experiência sólida em hospitalidade. No entanto, a operação digital precisava ganhar inteligência, consistência e integração com o comercial.
A seguir, detalhamos os três momentos que consolidaram o case Aguativa Resort como referência em estratégia para hotelaria.
Primeiro ciclo: da constância à meta superada em agosto
Em 2023, o desafio parecia simples no papel, mas complexo na execução. A meta anual cresceu 30% em relação ao ano anterior. Ao mesmo tempo, o mercado já não contava com demanda reprimida. A competição aumentou. O consumidor ficou mais criterioso.
Nesse cenário, o case Aguativa Resort precisava resolver três frentes ao mesmo tempo:
- Manter a marca relevante ao longo do ano.
- Ampliar volume de vendas sem depender apenas de mídia.
- Sustentar crescimento mesmo com sazonalidade forte.
A resposta veio da estrutura.
Primeiro, o time desenhou landing pages comerciais específicas para cada mês, considerando programação e sazonalidade. Em seguida, organizou fluxos de automação segmentados por perfil. Além disso, intensificou newsletters recorrentes para nutrir a base com ofertas e conteúdo relevante.
O resultado não demorou. O case Aguativa Resort registrou 75% de crescimento em novos leads e converteu mais de 74% deles em oportunidades comerciais.
Consequentemente, ainda em agosto, a meta anual já estava 103,19% cumprida.
Esse primeiro ciclo deixa um aprendizado claro: consistência mensal constrói estabilidade comercial.
Segundo ciclo: 257% de crescimento e salto de ROI
Antes da consolidação, o cenário era mais delicado.
Grande parte da base estava desengajada. As taxas de abertura eram baixas. Marketing e vendas não operavam como um sistema integrado.
O case Aguativa Resort começou, então, pelo essencial: organização.
Primeiramente, segmentou a base em sete grandes grupos, considerando cidade, engajamento, histórico de orçamento, visitantes do site e vendas anteriores. Depois, implementou repiques estratégicos para quem não interagia com os disparos. Paralelamente, estruturou fluxos que qualificavam o lead antes de enviá-lo ao comercial.
Essa disciplina operacional transformou a relação entre marketing e vendas.
Como consequência direta, o case Aguativa Resort alcançou 257% de crescimento em vendas no comparativo analisado. Além disso, o ROI saiu de 84 para 155. O CAC reduziu 42%.
Entretanto, o principal ganho foi invisível nos gráficos. O resort passou a ter previsibilidade. O time comercial deixou de trabalhar apenas com picos de campanha e passou a operar com pipeline organizado.
Assim, este case Aguativa Resort mostra que maturidade digital não começa na mídia. Começa na estrutura.
Terceiro ciclo: Black Friday como motor de 2026
No terceiro momento do case Aguativa Resort, a estratégia ganha sofisticação.
Em vez de usar a Black Friday apenas como ação promocional, o time transformou a campanha em ferramenta de antecipação de receita para 2026.
O contexto exigia precisão. A jornada média entre orçamento e check-in era de 55 dias. O custo de busca direta estava inflacionado. A dependência de OTAs pressionava margem.
Diante disso, a estratégia combinou quatro pilares:
Growth e BI para leitura de dados proprietários.
Mídia paga orientada por intenção qualificada.
Inbound com gatilhos de urgência.
Social media para construção de desejo antes da busca ativa.
Primeiro, educou o consumidor. Depois, interceptou intenção. Por fim, converteu com urgência estruturada.
Além disso, garantiu 15,14% da meta de janeiro de 2026 em apenas uma semana. As buscas pela marca cresceram 865%.
Esse terceiro ciclo demonstra algo essencial: antecipar receita reduz pressão futura e protege margem.
O que o case Aguativa ensina ao mercado
Ao observar o case Aguativa Resort como um todo, três lições se destacam.
- Primeiro, marketing para hotelaria exige visão anual, não apenas campanhas isoladas.
- Segundo, dados proprietários reduzem dependência de intermediários e melhoram margem.
- Terceiro, alinhamento entre marketing e vendas define o ritmo de crescimento.
Além disso, a repetição disciplinada de processos consolida maturidade digital. O case Aguativa Resort comprova que organização, segmentação e automação sustentam expansão mesmo em cenários desafiadores.
Esse movimento não apenas aumenta a receita. Na verdade, ele estabiliza a operação, melhora a margem e fortalece a marca.
Desta forma, quando o marketing deixa de ser ação pontual e passa a ser sistema, o negócio ganha clareza para crescer com segurança.
Se você lidera marketing em hotelaria e busca previsibilidade comercial, o case Aguativa Resort mostra que maturidade digital não é tendência. É construção estratégica.
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